Foto: Oli Scarff/AFP
A notícia explodiu na Inglaterra e ecoou imediatamente no Brasil: Casemiro vai deixar o Manchester United ao fim da temporada 2025/26. O clube inglês decidiu não renovar o contrato, deixando um dos maiores volantes da história livre no mercado. Imediatamente, torcedores de Flamengo e Cruzeiro (clubes com maior poder de investimento recente) começaram a sonhar. Mas entre o sonho e a assinatura, existe um abismo financeiro que beira o surreal: o custo mensal do capitão da Seleção.
Para repatriar o camisa 5, não basta ter “vontade”. É preciso operar um milagre financeiro ou contar com uma decisão de vida do jogador de abrir mão de uma fortuna. Hoje, o salário de Casemiro é impagável para qualquer clube da América do Sul sem uma engenharia complexa.
Vamos aos números frios que circulam na imprensa britânica:
Se alguém tem caixa para tentar a loucura, é o Flamengo.
O Cruzeiro de Pedro Lourenço provou em 2026 que tem apetite. O clube tem um dos elencos mais valiosos do país e busca nomes de impacto.
Enquanto Flamengo e Cruzeiro oferecem “projeto esportivo” e “calor da torcida”, os rivais oferecem dinheiro. A Arábia Saudita e a MLS (Estados Unidos) conseguem pagar os R$ 10 milhões mensais sem piscar. Se Casemiro priorizar o bolso ou a qualidade de vida nos EUA, o Brasil não tem chance.