Pedro Lourenço, o Pedrinho BH, e Luciano Hang construíram fortunas em setores diferentes do varejo. Um cresceu vendendo alimento, produto de cesta básica, açougue, padaria e atacarejo. O outro ficou conhecido pelas megalojas da Havan, com departamentos, eletrônicos, casa, cama, mesa, decoração e uma fachada impossível de ignorar.
A semelhança entre os dois não está no produto. Está no mapa.
Os dois entenderam antes de muita gente que o Brasil que compra não mora apenas nas capitais. Cidades médias, regiões metropolitanas, polos do interior e municípios vizinhos formaram a base de expansão de duas redes que cresceram sem tentar vencer, logo de cara, a guerra mais cara do varejo brasileiro: a disputa pelos endereços nobres das grandes capitais.
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